Pedras na rota da Unesco

Redação

04 de junho de 2009 | 07h50

Não está fácil a vida do egípcio Farouk Hosny, candidato à direção da Unesco apoiado pelo Brasil. Depois de Elie Wiesel e Bernard Henri-Lévy, em Paris, ele sofre agora duro ataque de um respeitado intelectual árabe que dá aulas na Universidade Westminster, de Londres.

É o sudanês Abdelwahab Al-Effendei. Em carta aberta aos “eleitores” da Unesco, ele afirma: em regimes autoritários, ministro da Cultura não protege a cultura, protege o regime. E garante: no Egito, Hosny é rejeitado pela classe artística.

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