Pedra no caminho

Sonia Racy

06 Janeiro 2015 | 01h07

Pelo que se apurou, já foi mais forte, no Planalto, o nome de Eugênio Aragão para a vaga de Joaquim Barbosa no STF. O vice-procurador-geral da República teria perdido pontos – mesmo entre altos petistas – depois da polêmica que teve com Gilmar Mendes,quando este foi indicado para relatar as contas eleitorais de Dilmano TSE.

Para o ministro, Aragão atuou no episódio, indevidamente, como representante do PT – pois a tarefa de contestar sua indicação só deveria caber aos partidos dos candidatos, jamais ao Ministério Público.

A proximidade com o petismo tirou dessa briga, antes, José Eduardo Cardozo e Luís Inácio Adams.