Pedra no caminho

Sonia Racy

18 de agosto de 2012 | 01h14

Apreensão entre os peso-pesados nacionais que querem investir em rodovias e trens, aproveitando oportunidade aberta por Dilma esta semana.

Acham que a Estruturadora Brasileira de Projetos, contratada para modular o processo, não dará conta do recado. Por quê? Trata-se da mesma empresa que gerenciou a primeira leva de concessões de aeroportos, cujas regras e os resultados foram questionados.

Caminho 2

Exemplo de “defeito”? O governo vai permitir cobrança de pedágio depois de 10% da obra pronta. Muito pouco, segundo um investidor brasileiro. “Só isso não vai barrar os aventureiros”, atesta conhecido empresário.