Passos lentos

Sonia Racy

06 Setembro 2013 | 01h05

Flávio Dino, presidente da Embratur, teme que a morte de seu filho, Marcelo– em fevereiro de 2012, em hospital de Brasília –, termine sem punições. O processo em que acusa uma médica e uma técnica de enfermagem de negligência e erro médico nem começou, por causa de vários recursos. “Se continuar neste ritmo, há chance de prescrever”, diz.

Considerada a pena mínima de homicídio culposo (1 ano), a prescrição será em 4 anos.

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A ação chegou ao STJ, onde aguarda parecer do Ministério Público. Advogado das funcionárias, Frederico Donati Barbosa nega as acusações. “O juiz e o MP entenderam não haver indícios de crime e que as profissionais seguiram os procedimentos médicos.”