Partido Novo pode rachar se Amoêdo expulsar Salles

Sonia Racy

15 de novembro de 2019 | 00h30

Se Amoêdo quiser mesmo expulsar Ricardo Salles do Novo um racha pode acontecer. O placar está fifty-fifty. Consta ainda que o ministro do Meio Ambiente já fala em ir com Bolsonaro para seu novo partido.

Filiados reclamaram à coluna que Amoêdo não atende telefone e larga os seus às feras nas redes sociais.

Salles e Amoêdo não se falam há meses. Inclusive, o dirigente não se pronunciou quando o ministro foi internado. Também teriam provado do “abandono público” o deputado Alexis Fonteyne, de SP, e o vereador do Rio, Leandro Lyra.

Sem citar nomes, Amoêdo, em nota à coluna, afirma que “assim como demais membros dos diretórios, trabalha sem receber remuneração e está sempre disponível”. Sobre o processo de suspensão de Salles, alegou que “é sigiloso”.

Litígio

O MBL e o PSL, ao que tudo indica, não vão fazer as pazes a tempo da próxima eleição. O congresso do Movimento, hoje e amanhã, não terá ninguém do então PSL de Bolsonaro ou de Bivar. Tarcísio Freitas, ministro da Infraestrutura, recuou do convite. Estão confirmados Temer, que será sabatinado, e Rossieli Soares. Quem ia e desistiu ontem foi Orlando Silva, do PCdoB.

Cofrinho

A festa beneficente do Masp, com renda revertida para o museu, bateu recorde de arrecadação. O evento reuniu cerca de 900 convidados e arrecadou mais de R$ 2,1 milhões.

Cofrinho 2

O leilão beneficente da BrazilFoundation também teve arrecadação recorde: R$ 1,2 milhão. Em discurso de agradecimento, Natalie Klein, uma das homenageadas, replicou frase dita por seu avô, Samuel Klein. “Sua responsabilidade é tão grande quanto seu privilégio. E sim, como privilegiada, me sinto responsável pelo abismo social do nosso país”.

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