Para Moro, Petra Costa ‘pelo menos foi honesta’ em dizer que é do PT

Sonia Racy

22 de janeiro de 2020 | 00h45

SERGIO MORO. FOTO: DANIEL TEIXEIRA/ESTADÃO

Sérgio Moro, que viu Democracia em Vertigem no fim de semana, disse à coluna, anteontem, após participar do Roda Viva, agora comandado por Vera Magalhães, que a cineasta Petra Costa “pelo menos foi honesta em colocar desde o início toda a simpatia que ela tem pelo Partido dos Trabalhadores”.

Lula para ela
‘é um herói’

Sem mencionar o nome da diretora, o ministro prosseguiu – conforme antecipou o blog da coluna: “O Lula para ela é um herói e ela construiu o documentário desta forma, que é uma narrativa, com todo respeito, que não corresponde à realidade”.

Médico do poder

Roberto Kalil conheceu Moro, ontem, quando foi levado pelo diretor da TV Cultura, José Roberto Maluf, ao estúdio do Roda Viva. O médico assistiu ao programa no telão com convidados do programa.

Cancelou

Patricia Pillar desmarcou a reunião que programava para hoje, em sua casa, com outros artistas. Segundo apurou a coluna, depois que a informação vazou, a atriz achou que o encontro – que serviria para discutir pautas da cultura para levar a Regina Duarte – ganhou proporções maiores do que ela gostaria.

Regina pop no Google

Regina Duarte foi o assunto que mais cresceu nas buscas do Google Brasil entre a terça-feira e a quarta à tarde. O interesse pela atriz, que ontem aceitou, como teste, o convite para ocupar a Secretaria de Cultura, saltou 350% em 24 horas.

Tudo igual

O mundo gira, mas está tudo em paz no site do Ministério da Cidadania. Como secretário Especial da Cultura ainda constava, até o início da noite de ontem, o nome de… Roberto Alvim.

Luiza premiada

Luiza Helena Trajano é a primeira mulher brasileira escolhida Personalidade do Ano 2020 pela Câmara de Comércio Brasil-EUA. Recebe o título em Nova York no dia 14 de maio.

Questão de nome

“Se tivessem chamado simplesmente de juiz de instrução o novo juiz de garantias, as resistências à novidade não seriam muito menores?” A pergunta é do advogado Eduardo Muylaert, comentando a análise de Ary Oswaldo Mattos Filho sobre o assunto, publicada ontem na coluna.

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