Para ficar

Redação

07 de maio de 2009 | 09h12

Além de profissionalizar a Infraero, fonte da empresa calcula que pode chegar a R$ 40 milhões, em um ano, a economia feita com o fim das nomeações políticas dentro da empresa.

E aos que imaginam que um recuo na decisão é possível, a fonte avisa: o corte dos apadrinhados teve aprovação unânime do conselho diretor, do Ministério da Defesa, e recebeu o OK de seus dois acionistas, a Fazenda e o Planejamento – além, é claro, de Lula.

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