Para Abcripto, BC precisa ser ‘agência regulatória’ de operações com criptomoedas

Sonia Racy

26 de setembro de 2021 | 00h51

Foto: Pixabay

Para chamar atenção sobre o risco que quem opera fora das leis brasileiras corre, a Abcripto enviou nota à coluna enfatizando o caso do “Faraó do Bitcoin” – esquema de pirâmide operado pelo ex-garçom Glaidson Acácio do Santos.

“As movimentações financeiras do esquema foram feitas por meio de exchanges que não seguem as práticas de prevenção à lavagem de dinheiro e crimes financeiros e, mais do que isso, não respeitam a Instrução Normativa 1888/19 da RF”.

A associação defende “a necessidade de uma fiscalização mais efetiva, que impeça a operação de empresas que encobrem crimes ou não respeitam a legislação”, para “uma criptoeconomia mais segura”.

Entre as demandas da  Abcripto, está a de que o BC atue como uma “agência regulatória primaz” no mercado de criptoativos, exercendo a fiscalização e dando permissão para as empresas funcionarem.

 Toc Toc…  

A comissão de ética da Presidência da República está sendo provocada a apurar a conduta de Rogério Marinho no caso dos repasses do orçamento secreto para a construção de mirante turístico próximo à sua propriedade no município de Gameleiras, no Rio Grande do Norte.

 O deputado Ivan Valente protocolou representação no órgão pedindo investigação.

 Na estrada 

Os companheiros de Lula, José Américo e Luiz Marinho estão gastando sola de sapato. Correm o interior e a grande São Paulo se preparando para disputar 2022.

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