Palanque

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Sonia Racy

02 de abril de 2014 | 01h01

Foto: Paulo Giandalia/Estadão

O discurso de Aécio Neves, anteontem, no jantar na casa de João Doria, do Lide, agradou boa parte dos 150 empresários e banqueiros presentes.

O fato de chamar Armínio Fraga, ex-BC, para analisar os problemas na economia nacional, deu claro sinal de qual caminho tomará durante a campanha à presidência da República.

Para o tucano mineiro, o Estado tem de ser parceiro. “Essa ideia do o Estado resolve sua vida precisa ser superada.”

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Fraga defendeu que, para colocar o Brasil no rumo do crescimento, medidas fortes tem de ser tomadas logo no primeiro ano de governo. Aécio, por sua vez, avisou: “Não me incomodo em ser o presidente mais impopular da história para fazer o que é preciso fazer”.

E que comporá seu governo com os melhores quadros no Brasil e não só do PSDB.

Palanque 3

O pré-candidato do PSDB a presidente prometeu ainda não aumentar impostos (o que soou como música aos ouvidos da iniciativa privada), depois de pergunta feita por Jorge Gerdau, que o chamou de “senhor presidente”.

E propôs mandato de cinco anos eliminando a reeleição, conforme antecipou, ontem, o blog da coluna. Para tanto, consultou FHC antes e durante sua fala.

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