Outro lado

Sonia Racy

17 de março de 2012 | 01h09

Existe outra versão, além da alardeada ontem, para a saída da Samsung do Estaleiro Atlântico Sul. Onde permaneceram a Camargo Corrêa e a Queiroz Galvão.

Nos corredores das empreiteiras, fala-se que a Samsung (detentora de 99% do mercado de drills no mundo) teria sido extremamente agressiva nas negociações justamente para poder pular fora.

Motivo? Considera impraticável, segundo alta fonte que participou das conversas, o índice de nacionalização de 65% no pré-sal, exigido pelo governo Dilma. Isto é: mais dia, menos dia, o Brasil teria de importar da coreana.

Outro lado 2

Camargo Corrêa e Queiroz Galvão atacam agora de Plano B: comprar tecnologia de desenhos – estão em conversas com a LMG Marin.

Para depois buscar alguém que saiba fabricá-los.

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