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Sonia Racy

22 Fevereiro 2013 | 01h05

Seguindo protocolo parecido ao adotado na tragédia das Torres Gêmeas, em NY, Alexandre Padilha assina hoje, in loco, acordo com a Universidade de Santa Maria.

Para esquematizar o acompanhamento de vítimas e familiares – algo como 700 pessoas.

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São três os focos do Ministério da Saúde. Primeiro: vítimas com problemas pulmonares – e também as que tiveram alta. Segundo: quem não desenvolveu problemas graves. Terceiro: familiares. “Estes terão suporte psicológico 24 horas,” diz o ministro.

Esta parte do trabalho, ressalta, é delicada e tem como missão evitar ações dramáticas dos atingidos.