Ordem: freeze…

Sonia Racy

05 de maio de 2016 | 01h37

Palavras de ordem no setor de infraestrutura, a ser tocado por Moreira Franco: BNDES, BNDES e BNDES. Não há grande preocupação entre os empresários quanto às futuras concessões e prováveis alterações para que elas se tornem mais atrativas. Mas há um certo “desespero” em conseguir, no curtíssimo prazo, destravar financiamentos já aprovados pelo banco e que não estão sendo liberados.

“Mexer em tudo menos do BNDES significa manter a atual paralisação do País”, atesta um conhecido empreiteiro.

Efeito Sete

O fato é que, com a Lava Jato, o corpo técnico do BNDES decidiu pensar em seu status quo. E resolveu não dar andamento a vários projetos prontos, mesmo que estejam dentro dos conformes.

Foi esta mesma atitude, adotada pela diretoria da Petrobrás, que levou a Sete Brasil a pedir recuperação judicial.