Reflexões sobre a memória é o caminho da Casa do Povo

Reflexões sobre a memória é o caminho da Casa do Povo

Sonia Racy

29 Abril 2018 | 00h40

SILVANA GARZARO/ESTADÃO

É na reflexão sobre a memória que Benjamin Seroussi está desenvolvendo a espinha dorsal da Casa do Povo. O centro cultural – localizado no coração do Bom Retiro – completa 65 anos e virou um polo de experimentação artística e de discussões sobre a cidade, bairros, cultura e arte.

“Falar de memória no Brasil é libertador porque é a melhor maneira de se pensar o presente” explica o diretor executivo. Para tanto, a revitalização do espaço está permeada atividades que dialoguem com essa discussão e tenham propostas fora da caixa.

“Queremos fazer coisas diferentes. Por isso desenvolvemos e acolhemos projetos de associações que sejam experimentais e engajados – como residências artísticas, por exemplo”, afirma.