Autores negros contemporâneos podem entrar em lista de leitura obrigatória para admissão no Barro Branco

Sonia Racy

18 de dezembro de 2020 | 00h50

DJAMILA RIBEIRO

DJAMILA RIBEIRO. FOTO: IARA MORSELLI/ESTADÃO

Obras de autores negros como Djamila Ribeiro, Silvio Almeida e Sueli Carneiro, entre outros, têm chance entrar na lista de leituras exigidas para admissão na academia de Polícia Militar do Barro Branco. “Estamos conversando e estamos caminhando para isso”, disse à coluna, o ouvidor da PM-SP, Elizeu Soares Lopes.

Além disso, o roteiro da Caminhada São Paulo Negra – tour sobre espaços importantes da história dos negros na capital paulista – também pode ser incluído na grade curricular do curso de direitos humanos da PM. “O brasileiro em geral tem pouca educação sobre a história dos negros”, explica o ouvidor.

Hermanos 

À frente da embaixada do Brasil desde o último sábado, Reinaldo Salgado atuou, esta semana, durante a realização, online, da cúpula de chefes de estado do Mercosul.

O embaixador foca na reaproximação suave de Bolsonaro e Alberto Fernández, embora as portas já tenham sido abertas em reunião, por meio de vídeo, entre eles – montada pelo ex-embaixador, Daniel Scioli.

Ares europeus 

 A edição de 2021 da Rock Street, rua dentro do espaço do Rock in Rio, será inspirada no Mediterrâneo. Países como França, Espanha, Grécia e Portugal estarão representados.

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