“O que me move é ajudar meus filhos a encontrar seus propósitos”, diz Flávio Rocha

Sonia Racy

25 de dezembro de 2018 | 00h55

Flavio Rocha. FOTO: FELIPE RAU/ESTADÃO

Em um balanço do que foi 2018 e do que se espera para 2019, a coluna ouviu seis personagens da vida paulistana. Eles falam de seus sonhos pessoais e de suas esperanças para o Brasil. Aqui, Flávio Rocha diz que o grande plano para o País é “pleno emprego” e pede “redes sociais livres”.

Qual o grande sonho para o Brasil que você quer ver realizado em 2019?
Pleno emprego.

O novo governo está chegando. Está claro o que será?

Nunca existiu um volume de votos tão expressivo em torno de um ideário tão nítido. Livre mercado, democracia e valores morais e da família.

Se se concretizar a promessa de nossos bolsos estarem mais cheios em 2019, qual seu sonho de consumo?

Meus sonhos de consumo já estão todos atendidos. O que me move agora é ajudar meus filhos a encontrar os seus propósitos.

As redes sociais estão tendo uma influência enorme. É inegável que democratizaram e agilizaram a informação. No que elas podem melhorar em 2019?

Quanto mais livres, melhor. O único controle da mídia que se pode admitir é o controle remoto da TV.

Na estrada da vida, qual o caminho que prefere tomar: o da esquerda, o da direita ou o do meio?

Se aesquerda significar o protagonismo do Estado e a direita o protagonismo do indivíduo, eu prefiro ficar com a direita.

Seu livro de cabeceira?
Capitalismo Consciente, dos autores John Mackey e Raj Sisodia.

Um exemplo de vida?

O meu pai, Nevaldo Rocha. Uma das mais belas trajetórias empresariais do Brasil.

Um propósito?
Fazer da moda uma ferramenta de inclusão.

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