“O que fazemos volta para nós”, diz Natália Torchio

“O que fazemos volta para nós”, diz Natália Torchio

Sonia Racy

29 de dezembro de 2018 | 00h15

Natália Torchio/ Foto: Iara Morselli

Ao experimentar diferentes técnicas e vivências espirituais no seu processo pessoal, Natália Torchio saiu do mundo corporativo e buscou se comunicar com conteúdos de autoconhecimento, espiritualidade e realizar atendimentos como terapeuta holística. Atua com Constelação Familiar, Thetahealing, Terapia Floral e Reiki.

Existe a obrigação de “ficar bem”, de ser equilibrado?
Acredito que este tema está em pauta não porque exista uma obrigação de ficar equilibrado e sim porque cada dia mais pessoas estão sofrendo de ansiedade, depressão, trabalhando com algo de que não gostam, sentindo-se sozinhas e então começaram a procurar mais ajuda.

Este ano, tivemos um caso em que um líder espiritual se envolveu em escândalos. O que acha desse episódio?
Convido as pessoas a não perderem a confiança na bondade, no mundo espiritual e no divino por causa de pessoas que não souberam utilizar sua mediunidade/espiritualidade de forma positiva. No entanto, existe a lei e ela deve ser aplicada. Acredito que tudo que fazemos para o outro volta para nós, através da Lei do Karma.

Que dica você dá para as pessoas que querem se conectar consigo mesmas?
Minha primeira dica é se perguntar “o que eu gosto de fazer?” e tentar incluir esta atividade saudável no seu dia a dia. Quanto mais fazemos coisas de que gostamos, mais conectados ficamos.

A virada do ano é um bom momento para se reavaliar?
Gosto de aproveitar esta energia que considera a virada do ano como a finalização de um ciclo, para olhar o que foi bom e o que não serve mais e definir novas metas. Como muitos fazem tal reavaliação nesse momento, energeticamente é um convite para analisarmos os padrões que se repetem e traçar metas para a mudança. / MARILIA NEUSTEIN