O plano da Transparência Internacional para o Brasil

Sonia Racy

28 de junho de 2016 | 15h53

Em reunião para poucos convidados, amanhã à noite na casa do cônsul alemão Axel Zeidler, em São Paulo, o presidente da Transparência Internacional, José Carlos Ugaz –, que cumpre intensa agenda no País desde anteontem — vai dizer como a entidade pretende se implantar no País. Não terá uma sede formal, num primeiro momento, mas pretende abordar “ações estratégicas” que a posicionem “no debate público nacional”.

A primeira decisão concreta da TI será aumentar de cinco para dez os colaboradores comandados pelo economista Bruno Brandão. Até o final de 2017, a equipe sobe para 25 pessoas e, enfim, terá uma sede formal em São Paulo. E sua agenda terá como âmbito o “Sul Global” – ou seja, vai atuar em outros países do hemisfério sul, e não apenas o Brasil.

Com sede em Berlim, a TI já atua em cerca de 100 países — mas sedes formais, mesmo, até agora, só em Berlim e Bruxelas.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.