O nome do jogo é cortar

Redação

10 de dezembro de 2008 | 06h00

Vai pegar pesado, nas próximas semanas, a máquina de moer do Planejamento. Chega a US$ 8 bilhões o dinheiro pedido por Estados e municípios para obras de infra-estrutura e já aprovados na sua Comissão de Financiamentos Externos.

Mas não vai além dos US$ 3 bilhões a parte destinada ao Brasil, para esse fim, no Banco Internamericano do Desenvolvimento, o BID.

“Será uma briga de foice. Teremos de fazer uma escala de prioridades”, alerta o ministro Paulo Bernardo. Os técnicos já estão começando um pente fino daqueles – e o choro que isso custa vai ser duro de administrar.

O pior, admite o ministro, “é que quando o pedido passou pela comissão fica difícil segurar”.

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