O médico que virou… poeta

Sonia Racy

12 de maio de 2013 | 01h09

Carlos Fernando Gomes de Almeida, cirurgião plástico mais cobiçado hoje no Rio, sempre escreveu poesia. “Gostava de rimas, mas tinha vergonha. Achava cafona”, contou à coluna. Hoje, cria uma por dia. Aqui, um trecho de Lurdinha:

“Sua mãe sempre dizia que ela domasse/ Aquele gênio maldito como a avó,/ Logico a mãe do pai de Lurdinha,/ A sogra tirana com cara de boazinha./ Era atrevida cheia de respostas,/ Na ponta da língua afiada,/ Dentro de casa tinha a raiva de um louco,/ Na rua era sonsa, mostrava muito pouco.”

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