O inferno não será limite

Redação

18 de junho de 2009 | 08h17

Por mais que se fechem portas e se estabeleçam regras rígidas – como as anunciadas ontem pelos EUA – a história mostra que está no sangue dos mercados financeiros encontrar brechas para novas aventuras.

Foi assim na crise de 29, foi assim na crise das pontocom e está sendo assim agora. Como bem lembrou o deputado Fernando Gabeira, em conversa antes da crise, “não adianta mandar o capitalismo para o inferno que ele descobrirá como fazer bons negócios por lá”.

Já tem gente dizendo que o meio ambiente será o foco dos novos malabarismos financeiros. Hoje, além da venda de carbono, já existem os “catastrophe bonds”, papéis emitidos por “empresas especiais” de seguradoras, que comerciam riscos de terremotos, avalanches, tsunamis e até queda de meteoros.

Não são sucesso… Ainda.

Veja também:
mais imagensFesta de Lançamento da MAG! Passion homenageia Bethy Lagardère, no Espaço Iguatemi, no shopping Iguatemi
mais imagensFilme Jean Charles tem pré estreia no shopping Iguatemi
mais imagensInstituto Tomie Ohtake abre as portas para exposição Energias da Arte

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: