O futuro do Citi no Brasil

Redação

19 de novembro de 2008 | 06h00

Está em São Paulo desde ontem à tarde, discutindo o presente e o futuro, o CEO do Citigroup, Vikram Pandit. Trouxe a tiracolo, direto de Nova York, o responsável pelas operações na América Latina, o mexicano Manuel Medina Mora. Veio falar com a direção brasileira sobre a operação mundial de enxugamento do banco – 20% no total – e volta hoje mesmo para casa.

Com fama de burocrata e de durão, Pandit também encontrará alguns clientes vip e detalhará o tal corte, mal explicado, de 52 mil empregos. “Esse número inclui os 18 mil funcionários já transferidos na Índia para outra instituição, quando o Citi desativou suas agências. E mais 5 mil na Alemanha, em operação idêntica”, diz uma fonte do mercado.

O pacote inclui gente que sai sem ser substituída – coisa que já ocorre desde o início do ano. Cortes novos virão aos poucos, em três ou quatro meses, e atingirão cerca de 21 mil empregados.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.