O direito de mandar

Redação

11 de dezembro de 2008 | 06h00

Na briga pela presidência do Senado, está em curso uma confusão organizada. Os pretendentes do PMDB se sucedem – José Sarney, depois Pedro Simon, agora o ministro Hélio Costa… até Mão Santa faz acenos. DEM e PSDB, com 26 votos, estão na espera. E o projeto de todos é atrapalhar a vida do petista Tião Viana, que o Planalto quer emplacar para garantir um bom 2009.

Na Câmara, o grupo que elegeu Arlindo Chinaglia jura que apóia Michel Temer. Mas as esquerdas querem Aldo Rebelo, do PC do B – e correndo por fora continua Ciro Nogueira, o queridinho do baixo clero.

Ou seja: enquanto houver prazo haverá ambições. Do jeito que o Planalto gosta.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: