O destino de Cacciola

Redação

04 de dezembro de 2008 | 06h00

O novo advogado de Salvatore Cacciola, José Luiz de Oliveira Lima, está no caso há três semanas e já conseguiu uma vitória: livrar seu cliente do processo a que responde por crime contra o sistema financeiro. Assim, o que existe no momento contra o ex-dono do Banco Marka é apenas uma acusação, a de gestão fraudulenta.

O juiz da 2ª Vara Federal do Rio, Rodolfo Hartmann, acatou o argumento de Oliveira Lima, de que, pelo acordo de extradição entre o Brasil e o Principado de Mônaco, ele só seria processado por esse crime, e não por outros não constantes no processo criminal de extradição. “Mas o juiz manteve a prisão preventiva, o que é um absurdo”, diz o advogado. Cacciola continua, assim, em Bangu 8.

Oliveira Lima trata, agora, de pedir o trancamento de quatro ações e de pedir novos habeas-corpus no Tribunal Federal de Recursos.

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