O ano after

Redação

22 de janeiro de 2010 | 08h18

Para falar sobre um ano na presidência, Obama faz dia 27, no Congresso americano, discurso detalhando suas prioridades legislativas.

Foi um ano duro, ninguém tem dúvida. Principalmente porque as expectativas eram tão elevadas, quando tomou posse, que nenhum ser humano seria capaz de satisfazê-las. E o preço a pagar foi ver sua aprovação popular, estratosférica, despencar para níveis abaixo dos 50%, com os republicanos no seu pé, atrapalhando iniciativas, batizando-o de ‘matador de empregos’.

O cenário muda em 2010? Como prega James Cargill, assessor de Bill Clinton, “é a economia, estúpido”. Isto é, os índices de aprovação de Obama só vão subir com a melhora da economia. Parte da “herança maldita” de George W. Bush.

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