Novo plano de metas de Covas prevê dez desestatizações

Sonia Racy

05 de abril de 2019 | 00h45

BRUNO COVAS

BRUNO COVAS. FOTO: BRUNO ROCHA/FOTOARENA

A desestatização de dez áreas municipais foi definida e é uma das apostas de Bruno Covas no plano de metas a ser anunciado na segunda-feira – o anterior sofreu alterações após a queda do viaduto da Marginal Pinheiros. Objetivo? Desafogar a gestão municipal.

As lista das desestatizáveis inclui uma alienação – a SPTuris, com o Anhembi – e seis concessões: Ibirapuera, Pacaembu, Jóquei, Zona Azul, Mercado de Santo Amaro e Terminal Princesa Isabel. Por fim, três permissões: os baixos dos viadutos Pompeia, Antártica e Lapa.

Certezas

Como registrou ontem esta coluna, o mercado financeiro praticamente ignorou o embate de Paulo Guedes na CCJ e dobrou sua aposta na aprovação do projeto de Previdência.

Deu um soluço na hora do depoimento do ministro da Economia e a B3 registrou, nesta quinta, alta de 1,98%.

Tigrão, parte 2

Antes do bate-boca entre Guedes e Zeca Dirceu, as palavras “tigrão” e “tchutchuca” já tinham sido ditas em outra discussão na Câmara… em 2012. O atacado, na ocasião, foi o deputado Odair Cunha, relator da CPI sobre Carlinhos Cachoeira.

“A vida é cíclica”, disse Odair à coluna, ontem, ressaltando que não se sentiu ofendido: “Entendi como uma figura de linguagem”. Quem o chamou de “tigrão” e “tchutchuca”? Fernando Francischini, pai de Felipe Francischini. Que preside a CCJ e defendeu Guedes anteontem.

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Em sua estreia no Twitter, ontem pela manhã, Sérgio Moro postou uma foto sua erguendo um calendário da Caixa Econômica que mostra este mês de abril – para provar que a conta é mesmo dele. O pessoal do banco está feliz da vida com o novo garoto-propaganda.

Direto da Sp-Arte

Para o colecionador João Carlos Figueiredo Ferraz, o mercado das artes está bem ativo. “Haja vista a frequência da feira e o volume dos negócios”. O ex-presidente da Bienal lembrou que a alta do dólar pesa na compra de obras estrangeiras “mas as brasileiras estão indo muito bem”.

Direto 2

Leda Catunda também está satisfeita com o ambiente do setor. “Ele só cresceu. Mesmo com a crise e com a política cultural desse governo, o mercado está consistente.”

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