Noves fora

Sonia Racy

26 de setembro de 2012 | 01h09

O governo Alckmin desistiu: não vai mais arcar com R$ 70 milhões para o aluguel de 20 mil lugares em arquibancadas provisórias do estádio do Corinthians – a serem utilizadas durante a Copa de 2014.

Em parceria com o clube, conforme confirma Luis Paulo Rosenberg, procura um patrocínio privado. “São Paulo já vai ter de arcar com a recepção de 32 chefes de estado, segurança, transporte, alojamento e festas”, justifica o diretor do clube.

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O time também está negociando os “naming rights” do estádio com dois interessados. Valor? R$ 400 milhões. “Escolheremos até o fim do ano.”

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Ja a Odebrecht, construtora da arena, está apreensiva. Se o BNDES não aprovar o financiamento de R$ 400 milhões em algumas semanas, a obra pode… parar.

Pelo que se apurou, os recursos, também de R$ 400 milhões, captados via empréstimos-ponte – com intuito de esperar o ok do banco – estão quase acabando.

O que “pega” na transação? A alta exigência de garantias

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