Notícia velha

Sonia Racy

17 de dezembro de 2015 | 01h10

O downgrade, ontem, do Brasil pela agência Fitch – nota menor da Moody’s vem logo aí – não surpreendeu ninguém. Os mercados mal se mexeram após a notícia.

O que preocupa, segundo o ex-BC Armínio Fraga, é o que vem para frente. “O downgrade estava dado”, pondera.

É o mesmo receio do economista brasileiro José Alexandre Scheinkman, radicado na Universidade de Princeton, nos EUA. “Vejo três desafios centrais. Primeiro, precisamos desmontar a nova matriz econômica. Depois, resolver um problema que vem dos anos 90, o aumento de despesas maior que a receita. E, em terceiro,  aumentar a produtividade no Brasil.”

Receita dada, aposta feita: pouca chance de isso acontecer no curto e médio prazo.

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Os mercados brasileiros tampouco foram impactados pelo fato de o Fed ter decidido, por unanimidade, subir a taxa de juros americana para a faixa de 0,25% a 0,50%.

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