Notícia velha

Sonia Racy

01 de setembro de 2010 | 23h10

Roberto Carlos deixou escapar, anteontem à noite, pouco antes de entrar no Hair Fashion Show, no Unique, sobre quando tomou conhecimento de que o novo estádio do Corinthians estaria dentro da Copa. “O Andrés Sanchez me contou há três semanas e eu lhe dei os parabéns. Ele é um grande dirigente”, elogiou, mostrando uma faceta discreta, já que a notícia não vazou antes da hora. Entre globais e tops, o jogador do Timão conversou com a coluna:

Te convidaram por que você é careca?

Vim prestigiar. O menino que me convidou deve ser corintiano (risos). Mas eu gosto de moda. Já desfilei. Tenho loja de roupas, estou aprendendo bastante sobre esse assunto.

É bom ter um presidente do País corintiano?

Demais. Sempre que Lula pode, passa pelo vestiário. A última vez foi durante a Libertadores, quando o time estava precisando de uma força.

A pressão fica maior?

Claro que não.

E você já sabe em quem vai votar para presidente?

Ainda estou pensando.

Pensa em votar no Marcelinho Carioca para deputado?

Não sei. Vou votar no Vampeta.

Por quê?

Ele é amigo nosso. Será bom para o Vampeta. Uma experiência nova na vida dele.

E vai ser bom para o povo?

O povo gosta do Vampeta.

Quais são as qualidades ele tem para ser político?

Entende muito de política. No jantar na casa de Ronaldo (em torno de José Serra) tudo que ele falava era realidade.

Enquanto isso, no camarim, com seus caracóis sendo preparados a quatro mãos, de cara fechada, Leandra Leal disfarçava: “Estou achando suuuuper divertido”.

A top Michelli Provensi esperava sua vez de exibir o penteado – um coque gigante e pesado. “Pareço uma formiga saúva”, dizia.

Febre entre as convidadas, adereço no cabelo. De todos os tipos: flor branca gigante, rosinha discreta, de penas pretas e até bolinhas douradas nipônicas.

Bruno Gagliasso desfilou feliz com Leandra e Gabriela Duarte, suas esposas em Passione. Questionado no quesito “simpatia”, perdeu a pose: “Tem que ser assim, se não, ó, tof tof” – fez aquele famoso gesto, com a palma da mão aberta batendo sobre a outra fechada.

PAULA BONELLI

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