Nos hospitais de elite, a pressão da pandemia está menor

Nos hospitais de elite, a pressão da pandemia está menor

Sonia Racy

01 de agosto de 2021 | 00h45

Paciente internado na rede privada. Foto: Tiago Queiroz/Estadão

No que tange aos hospitais de elite, a pressão da pandemia está menor. Na Rede D’Or, por exemplo, hoje são pouco mais de 800 os pacientes internados por covid-19 espalhados pelos 57 hospitais do grupo no Brasil – menor índice desde novembro de 2020.

No fim de março de 2021, eram mais de 3 mil.

Internação na…rede privada

Já no Sírio-libanês, segundo dados oficiais, eram 253 infectados internados nos seus dois hospitais (São Paulo e Brasília), no começo da pandemia, no dia 31 de março de 2020. Na última sexta, somavam 84. Também no hospital Einstein houve diminuição neste mesmo período: eram 123 doentes com covid-19 em 31 de março de 2020, e anteontem, 67.

Em março de 2020, a situação era mais controlada do que em março de 2021.

Criança também é gente

Com a volta às aulas presenciais, amanhã, sem limite de alunos – contanto que haja 1 metro de distância entre eles nas salas em São Paulo – os pais, preocupados, se perguntam quando haverá vacina contra covid-19 para os pequenos.

A Anvisa recebeu pedido da Janssen para realizar estudos clínicos de vacina no Brasil, com menores de 12 anos. E o Butantan entrou, sexta-feira à noite, com pedido de inclusão da faixa etária de 3 a 17 anos na bula da Coronavac.

Pelo que se pesquisou, não há ainda no mundo liberação para imunizantes até 12 anos.

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