Nomes escolhidos por Congresso e OAB são aprovados mais rápido no conselho do MP

Nomes escolhidos por Congresso e OAB são aprovados mais rápido no conselho do MP

Sonia Racy

19 de outubro de 2021 | 03h00

A sede do Ministério Público Federal em Brasília Foto: José Cruz/Agência Brasil

A sede do Ministério Público Federal em Brasília Foto: José Cruz/Agência Brasil

A grita do MP contra a chamada “PEC da Vingança”, que aumenta o número de membros indicados pelo Congresso para ocupar cadeira no seu conselho, tem aspecto pouco notado, segundo alertou fonte da coluna.

Nos últimos anos, os escolhidos pelo Congresso e OAB são aprovados de bate e pronto no Senado. “Já os nomes indicados pelo MP ficam travados por meses, gerando desequilíbrio no colegiado,” pondera a mesma fonte.  

A retomada da votação da PEC está prevista para hoje.

 Pra que simplificar

Doria tem dito que é a favor das prévias nacionais do PSDB por meio de urna eletrônica. Ele teria sido o articulador de reunião com Luís Roberto Barroso para que o TSE disponibilizasse urnas para a votação no dia 21 de novembro, quando tucanos escolherão seu candidato a presidente da República.

O PSDB acabou optando por criar um aplicativo exclusivo – o custo para utilizar as urnas eletrônicas do TSE ficou salgado. O candidato concorda com o novo modelo, desde haja disponibilidade a todos os filiados e segurança no processo eleitoral.

…na energia

A Superliga feminina de vôlei, que começa no dia 28, tem somente um time, entre os 12 que competem, comandado por uma mulher: o Curitiba Vôlei. A escolhida é Kely Kolasco, bronze com a seleção brasileira nos Jogos de Sidney, em 2000.  Trata-se da primeira vez em seis anos que uma mulher dirige um time na principal competição da modalidade no Brasil.

Brecha Verde

Ontem, Helder Barbalho, do Pará, mereceu elogio de Leonardo DiCaprio, por meio das redes sociais. O governador criou Unidade de Conservação protegendo as bacias dos rios São Benedito e Azul – região que integra área ameaçada pelo arco do desmatamento.

 Dzi no foco

 À frente de peça de sua autoria no Rio – As Meninas Velhas –, Cláudio Tovar está nos finalmentes de livro sobre a história do lendário Dzi Croquettes – o grupo durou só quatro anos, mas fez estardalhaço durante o regime militar. O curioso é que Ciro Barcelos (ele ressuscitou os DC em 2012) também está com uma obra quase pronta. “Vamos um ler a versão do outro e decidir o que fazer. Se unimos os dois, se editamos em separado ou ainda se os lançamos simultaneamente”, contou Tovar à coluna.

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