Noite de craques

Sonia Racy

07 de dezembro de 2010 | 23h01

Acompanhado da mulher Bia Antony, Ronaldo – acreditem– foi barrado no Teatro Municipal do Rio, anteontem, palco do Prêmio Craque do Brasileirão. “Cadê seu convite?”, perguntou um segurança. Surpreso, o jogador admitiu não ter nada em mãos. Ao ver o Fenômeno naquela situação, torcedora do Fluminense não perdeu a chance de provocá-lo. “Se eu lhe der minha camisa do Fluzão, você me dá um sorrisinho?” Nenhuma reação. O sem-convite ligou para Andrés Sanchez, que estava dentro do teatro e logo apareceu para liberá-lo.

Maior sucesso da noite? Não foi um jogador e sim Marcelo Adnet. E a comissão de frente da Unidos da Tijuca, que se esmerou na troca de roupa, conforme o time homenageado. Eleitos discursos mais chatos, os dos ministros Orlando Silva e Carlos Gabas. E o mais aplaudido foi Conca, que não fez um discurso.

Sanchez subiu ao palco para receber de Lula uma placa pelo centenário do Timão e provocou, com palavras capciosas, o tricolor carioca, vencedor do Brasileirão. Foi vaiado. Maior emoção ficou por conta da homenagem a Ronaldo, que depois de ser aplaudido de pé, chorou diante da plateia.

Colaboraram Bruno Lousada e Sílvio Barsetti

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