Noite Cósmica

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Sonia Racy

18 de fevereiro de 2017 | 01h40

Bruno Astuto entre as musas do baile da Vogue

Bruno Astuto entre as musas do baile da Vogue

A discussão sobre tocar ou não marchinhas de carnaval consideradas politicamente incorretas saiu dos blocos de rua e chegou ao baile de carnaval da Vogue, que movimentou 1500 pessoas, anteontem, no hotel Unique.

Taís Araújo, uma das doze musas escolhidas pela revista para representar cada um dos signos do Zodíaco – tema da festa – não tem opinião formada sobre embate musical. Disse entender as razões de quem pede a proibição mas também lembra que as letras, consideradas preconceituosas, são tradicionais. “Trata-se de um passo a mais no quesito respeito ao próximo. Mas não defendo a paralisação: troca a letra, continua a música e segue o carnaval”, desconversou a atriz sagitariana que vai curtir a folia em Salvador com a família.

Já a capricorniana Claudia Raia classificou a discussão como ‘desnecessária’. “Sinceramente, chega. Ficou tudo politicamente correto demais e chato. Por que resolveram agora implicar com essas letras, que existem há anos? Bobagem”, diz Claudia, que decidiu passar o carnaval “quietinha” este ano.

Outra que também vai descansar durante a folia é a aquariana Isis Valverde. “Acabei de voltar da Amazônia. Fiquei 32 dias gravando, sem celular; quero minha casa de volta”, desabafou sorrindo.

O ator Marco Pigossi era um dos poucos ‘galãs’ a dividir as atenções do evento com as muitas ‘musas’ da noite. Para ele, as marchinhas fazem parte da nossa cultura. “Temos que questioná-las e não proibi-las”, defende, emendando: “Tivemos o mesmo problema com as obras de Monteiro Lobato no passado. Essas letras são parte da nossa história”, justificou Pigossi – que se prepara para viver um longo ano. “Em abril, estreio a novela A Força do Querer, de Gloria Perez e também lanço dois filmes.” Mas antes, ele vai curtir a folia em Salvador, “nos blocos afros”. / SOFIA PATSCH

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