No papel

Sonia Racy

26 de fevereiro de 2014 | 01h04

Três meses depois de anunciado, o conselho de segurança da CBF ainda não começou a atuar – e a violência entre torcidas organizadas continua. Domingo, um torcedor do Santos morreu após ser agredido com barras de ferro por são-paulinos, na zona leste de SP.

Chamado por José Maria Marin para presidir o órgão, Fernando Capez diz estar “com tudo pronto para trabalhar”. “Só estou esperando o conselho ser, de fato, instituído.”

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Procurada, a CBF diz que o jurídico da entidade trabalha “nos ajustes finais”, para que o conselho saia do papel.

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