No limite

Redação

06 de junho de 2009 | 06h00

A Aeronáutica teve que preparar logística para os dois extremos: achar tudo ou nada do que deve ter restado do Airbus da Air France. “Não há como arrumar uma câmara frigorífica de última hora, caso se ache algum corpo”, diz uma fonte militar.

A movimentação está saturando Fernando de Noronha. Tanto que até a água destinada a abastecer a ilha é transportada, pela Aeronáutica, do Recife.

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