No free lunch

Sonia Racy

27 de fevereiro de 2015 | 01h10

Ao ceder à pressão dos caminhoneiros, Dilma deixa uma conta a ser paga. Segundo fonte do setor, ao isentá-los do pagamento de pedágio quando estiverem com “eixo suspenso”, dará às concessionárias o direito de reajustar a tarifa do pedágio para os outros usuários.

Afinal, alguém tem de pagar “a conta do almoço”.

Lunch 2

Por que as empresas do setor não estão reclamando publicamente? Simples: são de capital aberto e não querem ver o valor de suas ações na BMF&Bovespa cair.

Em 2013, Alckmin não autorizou aumento de pedágio em São Paulo, mas deu às concessionárias o direito de cobrar pelo chamado eixo suspenso. O que equivaleu a um reajuste entre 4% e 5%.

Lunch 3

Pergunta no ar: Dilma 2.0 continua achando que uma intervenção aqui, outra ali, não gera efeito cascata?

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