No caderninho

Sonia Racy

13 de dezembro de 2010 | 23h04

Em vias de aceitar trabalhar com Dilma, Ciro Gomes terá que assumir linha “esqueça o que eu disse” em reuniões ministeriais.

Parte do PMBD ligado a Temer anotou algumas de suas declarações este ano. “Quem manda no PMDB não tem o menor escrúpulo: nem ético, nem republicano, nem compromisso público”, é uma delas. Além do “é um ajuntamento de assaltantes, metralhando: “Michel Temer é hoje o chefe dessa turma”. Nossa!

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