No ar

Sonia Racy

22 de março de 2016 | 00h49

Está se formando um consenso de que a queda do monomotor de Roger Agnelli se deu por um desequilíbrio na quantidade de combustível colocado nas asas da aeronave.

Que, segundo quem entende, não deve ter se mantido no ar mais de 20 segundos.

Ser um executivo competente, ante a volatilidade da economia brasileira, como foi Agnelli, não é tarefa fácil. Mas difícil mesmo é conseguir ser competente e… querido.

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