No ar

Sonia Racy

25 de abril de 2015 | 01h10

Investigações preliminares apontam: a trágica queda do helicóptero que matou cinco pessoas – entre elas, Thomaz, filho do governador Geraldo Alckmin– se deu por falha de… manutenção.

Não por causa da soltura de duas pás, como se especulou. O que teria se soltado seria uma das quatro barras-suporte de transmissão da aeronave. Elas ficam na parte de cima e são as peças principais do rotor central.

No ar 2

E mais. Conforme gravação do sistema de segurança do Helipark – de onde o helicóptero decolou, infelizmente sem volta – o problema teria começado antes do voo. Depois de duas horas em solo, testando o rotor da cauda, a aeronave deixa o chão e paira 30 centímetros acima – para, em segundos… decolar.

Quem entende do assunto acredita que o piloto pode ter decolado para não cair.

No ar 3

Alem disso, a fita mostra que o piloto Carlos Haroldo Isquerdo, com 30 anos de experiência, entrou na cabine pelo lado habitual.

O que elimina a possibilidade de o caçula de Alckmin ter estado no comando.

No ar 4

Qual o prazo para que o Cenipa, responsável pela investigação, venha a público dar a versão final? Não há, pois esse helicóptero não tinha caixa-preta.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: