No ar

Sonia Racy

15 de agosto de 2014 | 01h10

Pelos corredores da Labace, maior feira de aviação geral do mundo (que acontece esta semana em Congonhas), o assunto é um só: a razão da queda do avião, em Santos, que vitimou Eduardo Campos e mais seis pessoas – e provocou comoção nacional.

Da conversa com fabricantes, pilotos e donos de jato (ninguém quis ser identificado), foi possível minimizar o alcance de algumas hipóteses que circulam. Drones? Os entrevistados creem que seria difícil um veículo do tipo derrubar um Cessna Citation 560 XL – conhecido por ser seguro.

Fogo na turbina? A aeronave, biturbina, voaria mesmo com chamas em uma delas. Manutenção? Difícil, pois o avião era novo, e o certificado de manutenção estava em dia.

No ar 2
E o problema que o avião teve há dois meses, na parte elétrica, em Curitiba? “É comparável a você ligar seu carro e o motor não pegar. Não é grave”, afirmou um piloto.

Desorientação espacial, provocando perda de referência da altura na tomada da curva feita pela aeronave após arremeter? Sobre isso, pairam dúvidas.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.