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Sonia Racy

14 de março de 2013 | 01h07

Empresas aéreas entregaram a Dilma, em conjunto e uníssono, uma alternativa ao funcionamento de Congonhas – durante reunião esta semana. Em lugar de redistribuir slots (permissão para voar em horário marcado), como quer o governo, o aeroporto passaria a operar 34 voos por hora – hoje são 30.

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Mas isso não aumenta o fluxo de voos em Congonhas? Não, esses quatro novos slots seriam tirados da aviação executiva – cujos jatos não teriam mais hora regular e fixa.

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Dilma ficou de mandar analisar a viabilidade técnica da proposta. Estavam no encontro Wagner Bittencourt, da Aviação Civil, a ministra Gleisi Hoffmann e dois dirigentes de cada empresa aérea.

 

 

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