No ar

Sonia Racy

08 de fevereiro de 2012 | 23h09

O governo Dilma está, sim, preocupado com o resultado do recente leilão dos aeroportos. Não será surpresa se houver questionamentos em relação aos vencedores em Brasília e Viracopos.

Acredita-se que há espaço jurídico para isso.

No ar 2

Quem diz que a francesa Egis Avia (do consórcio que levou Viracopos) não tem experiência em aeroportos, mente.

Ela ostenta nada menos que 20% da empresa que opera dois terminais em… Chipre.

No ar 3

Já a operadora que ficou com Brasília, pertencente ao argentino-armênio Eduardo Eurnekian, tem um modo “sui generis” de fazer negócios.

A taxa de embarque nos aeroportos que administra pelo país de Cristina Kirchner é paga em guichê separado, entrando direto nos cofres da empresa. Dizem que o moço não confia em repasses…

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: