Nem tudo são lágrimas

Sonia Racy

11 de dezembro de 2015 | 01h50

Na contramão da economia brasileira, a Suzano deve comemorar seu melhor ano.
Isso certamente será assunto entre David Feffer, do Grupo Suzano, e Pedro Queiroz Pereira, da Portocel. Ambos tem encontro marcado para quarta-feira, em São Paulo.
Sem lágrimas 2 
A Fibria, do Grupo Votorantim, está no mesmo caminho. A empresa de papel e celulose é, até agora, a responsável pela maior alta de preço de ação cotada na BM&F este ano.
Tanto assim que vão distribuir dividendos extraordinários de… R$ 2 bilhões.

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