Navegar é preciso

Sonia Racy

19 de abril de 2013 | 01h06

A MP dos Portos saiu bastante parecida com o que Gleisi Hoffmann expôs, semana passada, aos interessados em investir no setor, bem como aos sindicalistas.

Três pontos, entretanto, foram acrescentados.

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O primeiro – que mais chamou a atenção – é do agrado de Eduardo Campos. Diz o texto que nada muda para quem já tem delegação para gerir porto. Isto é, o governador pernambucano continuará mandando em Suape, ao contrário do que se esperava.

O que significa mudança de rumo ou pedra no caminho de Dilma, que poderá sofrer o ônus de vetar o quesito.

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O segundo ponto protege importadores e exportadores: donos de navios não poderão ter mais do que 5% de participação em terminais portuários.

O terceiro? Agrada empresas como Gerdau e Vale. Quem tiver carga própria poderá ter terminal particular.

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