‘Não adianta sangrar empresas’, diz Flávio Settani

‘Não adianta sangrar empresas’, diz Flávio Settani

Sonia Racy

25 de dezembro de 2018 | 00h40

FLÁVIO SETTANI. FOTO: DENISE ANDRADE

FLÁVIO SETTANI. FOTO: DENISE ANDRADE

Em um balanço do que foi 2018 e do que se espera para 2019, a coluna ouviu seis personagens da vida paulistana. Eles falam de seus sonhos pessoais e de suas esperanças para o Brasil. Aqui, a ditigal influencer o empresário Flavio Settani faz planos para expandir a empresa e pede políticas “que estimulem o empreendedorismo”.

Qual o sonho para o Brasil que você quer ver realizado?
Políticas que realmente estimulem o empreendedorismo. Não adianta sangrar empresas e depois reclamar que a receita tributária caiu.

O novo governo está chegando. Está claro o que será?
A proposta é positiva e a equipe está formada de modo novo. Mas só saberemos com a posse do Congresso.

Se a promessa de nossos bolsos estarem mais cheios em 2019 se concretizar, qual seu sonho de consumo?
Quero disparar o processo de expansão da minha empresa.

As redes sociais estão tendo uma influência enorme. No que elas podem melhorar?
Deixando transparente a origem da informação e sendo mais claros em relação aos dados de usuários. Vale a máxima da internet: se você não paga por um produto na web, o produto é você…

Na estrada da vida, qual o caminho escolhe: o da esquerda, o da direita ou o do meio?
O da direita, com responsabilidade social e garantindo a todos o direito às evoluções social e financeira.

Seu livro de cabeceira?
A Revolução dos Bichos, de George Orwell. Para lembrar que o poder corrompe.

Um exemplo de vida?
Arnold Schwarzenegger, que saiu de aldeia na Aústria, foi aos EUA e obteve sucesso empresarial, esportivo, cinematográfico e político.

Um propósito?
Acordar todos os dias com o mesmo tesão de quando eu tinha 20 anos.

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