Nada de butique

Nada de butique

Sonia Racy

10 de fevereiro de 2019 | 00h15

LORENZO CARBONE (ESQ.) E FERNANDO BEKES CAMARGO. FOTO: SILVANA GARZARO/ESTADÃO

LORENZO CARBONE (ESQ.) E FERNANDO BEKES CAMARGO. FOTO: SILVANA GARZARO/ESTADÃO

O açougueiro Lorenzo Carbone prefere que a Casa Carbone não seja chamada de butique de carnes. “Não gosto desse eufemismo. Vendemos carne. Claro, de qualidade e que vem de animal muito bem tratado”, explica sobre o açougue que mantém ao lado de sócios como Fernando Bekes Camargo. A preocupação com a procedência do alimento foi algo aprendido por Lorenzo em sua família, que é italiana. Logo depois, a ideia foi reforçada em temporada em Milão. Lá, Lorenzo entrou em contato com as carnes dry-aged – cortes maturados por mais de 30 dias, um dos carros-chefe da casa. O período de maturação pode se estender por encomenda do cliente. “Acabamos de entregar uma peça com um ano de maturação”, diz.

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