Na Sete Brasil, o dilema entre recuperar e reestruturar

Sonia Racy

02 de fevereiro de 2016 | 01h27

Não bastasse a situação para lá de difícil da Sete Brasil, apareceu um novo fator para ampliar a confusão: discordância entre os sócios sobre quais rumos a empresa deve tomar.

De um lado estão o BTG, a Funcef e investidores menores brigando pela opção de fazer uma recuperação judicial. Do outro, os bancos credores (como a CEF, cujo próprio fundo está do outro lado), que preferem a reestruturação da dívida da empresa.

Divisão 2

Para tentar costurar as possibilidades, a SB contratou a respeitada consultoria americana Alvarez e Marsal, que já tocou casos graves como os da Lehman Brothers, OGX e, recentemente, o banco grego Cyprus.

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