Na moita 2

Sonia Racy

30 de novembro de 2010 | 23h04

Apesar do poder bélico, Godoy considera as facções cariocas amadoras. “Brigar de frente com o Estado a ponto de praticar atentados é péssimo para o negócio das drogas”, pondera.

Diz que o PCC, depois de desarmado, agora atua no anonimato, mantendo estrutura empresarial.

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