Na meta

Sonia Racy

13 de novembro de 2013 | 01h06

Consta que o Ministério da Fazenda trabalhou avidamente, semana passada, para que a Câmara rejeitasse PL que pedia aumento de 5% do IPI sobre bebidas alcoólicas, armas de fogo e munições.

Para integrantes da comissão ouvidos pela coluna, o Executivo nem precisaria ter se dado o trabalho. Avaliam que “juntar bebidas e armas no mesmo PL tirou qualquer chance de ele ser aprovado”.

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