Na hora certa

Na hora certa

Sonia Racy

01 de novembro de 2012 | 01h50

George Maragaia

De passagem pelo Brasil para a abertura da primeira loja da Cartier no Rio, Bernard Fornas, CEO da grife, foi centro de jantar na casa do empresário carioca Olavo Monteiro de Carvalho, em Santa Tereza, semana passada. E respondeu a algumas perguntas da coluna.

O Brasil é a bola da vez?

Temos de lembrar que a Cartier foi a primeira marca de luxo a chegar aqui, nos anos 80. E sempre acreditamos no País, que vem experimentando crescimento constante.

Marcas de luxo estão priorizando investimento em lojas próprias. É uma política adotada pela Cartier ou há interesse em firmar mais parcerias?

Temos dois mecanismos para crescer: um é por meio de nossas próprias butiques; o outro são os concessionários especializados. Acreditamos que ambos os caminhos são fundamentais. O mais importante é que o consumidor sinta a experiência Cartier, seja nas nossas lojas ou nas de nossos parceiros.

A Fundação Cartier é um projeto que abriga grandes exposições. Alguns artistas brasileiros já expuseram seus trabalhos lá, como Beatriz Milhazes. O senhor é um apreciador das artes? Investir em cultura faz parte do DNA da marca?

Gosto de arte de forma geral, mas, principalmente, de arte contemporânea. Conheci Inhotim durante minha visita, é um lugar extraordinário! Esse tipo de arte e a alta-joalheria têm muito em comum. Toda joia é uma obra de arte.

Joia é investimento?

Sim, com certeza. Também como uma obra de arte, passa de geração para geração.

Gostou do Rio? É sua primeira vez aqui?

É a segunda. Estive no Brasil em 2004, para a celebração dos 100 anos de nosso relógio Santos Dumont. Organizamos um evento no aeroporto Santos Dumont. Adoro o Rio e estou impressionado com as boas mudanças desde minha primeira visita.

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