Mudar nome de programas sociais ‘é marketing’, diz Moisés

Mudar nome de programas sociais ‘é marketing’, diz Moisés

Sonia Racy

02 de janeiro de 2020 | 00h38


JAIR BOLSONARO. FOTO ESTADÃO

 

A intenção do governo Bolsonaro de focar mais na área social em 2020, talvez até ampliando – e mudando de nome – os programas Bolsa Família e Minha Casa, Minha Vida, não convence o cientista político José Álvaro Moisés, que vê no anúncio “ uma preocupação de marketing” de quem vem caindo nas pesquisas e já está de olho em futuras eleições.

O enfrentamento da desigualdade, para ele, “é algo bem mais complexo”. O principal instrumento para combatê-la “ é a educação, e nessa área o que temos é um desastre”.

Metade do País
‘não tem saneamento’

Como sugestão, Moisés pondera que, se o governo pretende “enfrentar o social” deve “olhar para os 50% da nossa população que não têm acesso a água potável e nem esgoto. Essa metade do Brasil sem direito ao saneamento é uma coisa assustadora”.

Virada  atrai 4.000
pessoas em Itacaré

Nas contas da Holding Clube, de José Victor Oliva, cerca de 4 mil turistas devem passar pelas festas do Réveillon Nº 1, em Itacaré, entre dias 28 e hoje. O foco do evento é aquecer o turismo na Costa do Cacau, com uma injeção de R$ 30 milhões na economia da cidade baiana.

Oliva vem adotando normas para profissionalizar o turismo na área. Por exemplo, o Réveillon da Holding tem substituído o uso de copos plásticos por outros de mandioca. E ofereceu até curso de maquiagem para a comunidade atender aos visitantes – que têm escolhido Itacaré para festas de casamento.

Palco ilustre

Cantor, dançarino e guitarrista, Edo Ferragamo – também herdeiro da grife italiana Ferragamo – fez check-in no exclusivo Condomínio das Laranjeiras, no Rio.

Foi a convite do fotógrafo alemão – radicado em Nova York – Schiefferdecker, para um pocket show.

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